mai 20

TUDO O QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER A MÚSICA DE CINEMA
Autor: Berchmans, Tony
Posfácio/Prefácio: Ewald Filho, Rubens
Editora: Escrituras
Páginas: 208
4a Edição: 2012
Assunto: Artes e Fotografia – Cinema

Sinopse:
‘A Música do Filme’ é uma rica introdução ao universo de trilhas sonoras originais do cinema. Como pensar no famoso discurso de Scarlett O’Hara, em “O Vento Levou”, sem o clássico tema? Ou no suspense de “Tubarão”, sem as marcantes duas notas? Ou na cena do assassinato no chuveiro, em “Psicose”, sem os golpes dissonantes dos violinos? “Cinema Paradiso” teria a mesma emoção? “Cidade de Deus” teria o mesmo ritmo alucinante sem a música? Durante a produção de “Um Barco e Nove Destinos”, o diretor Alfred Hitchcock não queria música no filme. ‘A Música do Filme’ também nos mostra um panorama do tema, as trilhas sonoras originais, sua história, seus estilos, os grandes temas musicais, seus compositores, além de fatos interessantes e curiosidades dos bastidores.

Fonte: Livraria Saraiva

 

Escrito por marcia
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abr 29

Autor: Genelli, Lyn
Autor: Genelli, Tom Davis
Editora: Pensamento
Páginas: 224
1a Edição: 2014
Assunto: Autoajuda – Espiritualidade

Sinopse:
Inspirando-se no Livro Tibetano dos Mortos, no Budismo e na psicologia profunda, Tom e Lyn Genelli discutem neste guia, alguns dos filmes mais significativos de todos os tempos, do ponto de vista espiritual. Os autores mostram que desde a década de 1930, filmes de sucesso que tratam da vida após a morte, como “A Felicidade Não Se Compra” (1946), “Poltergeist” (1982), “Ghost: Do Outro Lado da Vida” (1990), “Entrevista Com o Vampiro” (1994), “O Sexto Sentido” (1999), “Os Outros” (2001), desempenham um papel importante – e em parte inconsciente – na sociedade, ao ajudar a humanidade a compreender o significado e o propósito da morte.

Fonte: Livraria Cultura

 

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abr 15

25 FILMES PARA ENTENDER O DESEJO
Autor: Pourriol, Ollivier
Tradutor: Telles, André
Editora: Zahar
Páginas: 244
1a Edição: 2012
Assunto: Filosofia

Sinopse:
Para o filósofo Ollivier Pourriol, o cinema é a arte que expressa os desejos. Na tela grande são refletidos os anseios humanos, retratados e vivenciados pelos personagens. Neste livro, ele utiliza a sétima arte para desenvolver questões da filosofia. O desejo é o objeto de suas buscas em cenas de filmes como ‘De Olhos Bem Fechados’, ‘Beleza Americana’ e ‘Toy Story’. Cada um dos longas é utilizado para refletir e exemplificar um aspecto específico – desejo de reconhecimento, de diferença, desejo pelo outro, a morte do desejo, aqueles que nos enlouquecem, o tempo de cada um deles. Para esclarecer esses temas, o autor recorre ao pensamento de Sartre, Platão, Spinoza, Deleuze, Hegel e Descartes.

Fonte: Livraria Cultura

 

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abr 08

Autor: Gomes, Paulo Emilio Salles
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 596
1a Edição: 2015
Assunto: Literatura Nacional

Sinopse:
Muitos dos textos reunidos nesse volume tiveram origem na incipiente cinemateca brasileira, onde Paulo Emílio atuou grande parte de sua vida. Serguei Eisenstein, Charles Chaplin, Orson Welles e Federico Fellini se hoje esses nomes entronizados na estante de qualquer cinéfilo, na época Paulo Emílio eles ainda estavam se consagrando no Brasil e esses ensaios contribuíram de modo decisivo nesse processo. A curadoria da coleção Paulo Emílio Salles Gomes está a cargo de Carlos Augusto Calil, ex-aluno de Paulo Emílio e autor de diversos textos sobre o mestre, deve-se a ele a organização dos volumes, a seleção dos textos críticos e a opção de dividi-los a partir de critérios temáticos.

Fonte: Livraria Cultura

 

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mar 25

Autor: Castro, Ruy
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 440
1a Edição: 2006
Assunto: Artes e Fotografias – Cinema

Sinopse:
Nesta coletânea de textos apaixonados e bem-humorados sobre o melhor do cinema mundial, Ruy Castro revela os bastidores de grandes filmes e traz de volta o glamour de atores e diretores. ‘Um Filme é Para Sempre’ responde a um antigo desejo dos leitores de Ruy Castro – reler seus melhores artigos sobre cinema publicados na imprensa nos últimos trinta anos. São perfis de atores e atrizes, americanos e europeus, do período clássico, pequenos ensaios sobre diretores e comentários sobre filmes famosos e obscuros. O elenco vai de Bette Davis, Marlon Brando, Zsa Zsa Gabor e Boris Karloff a Bob Fosse, Max Factor, Leni Riefenstahl e ao Dr. Mabuse. Os textos do livro estão agrupados em catorze capítulos com temas como musicais, seriados, filmes de assuntos sérios (como espionagens ou alcoolismo) e sobre a vida conturbada de atores, atrizes e diretores, entre muitos outros.

Fonte: Livraria Cultura

 

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out 22

AS GRANDES PERSONAGENS
Autor: Souza, Flavio Leandro de
Autor: Florido, Eduardo Giffoni
Editora: Fraiha
Páginas: 200
1a Edição: 2006
Assunto: Cinema

Sinopse:
A coleção editorial ‘As Grandes Personagens do Cinema Brasileiro’ foi concebida com o intuito de prestar uma homenagem aos grandes realizadores do cinema no país, em que abrange os que apareciam na tela e também os que atrás dela contribuíram para a realização dos filmes. Atores, produtores, diretores, roteiristas, músicos, cenógrafos, e até investidores apaixonados pelo cinema, que tiveram participações importantes para o desenvolvimento desta arte no Brasil são personagens que merecem destaque. Este volume trata da década de 1970, quando o cinema brasileiro conquistou grande parte das telas e a distribuição se consolidou com a ajuda do Estado, na Embrafilme.

Fonte: Livraria Cultura

 

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set 24

Autor: Bazin, André
Editora: Cosac Naify
Páginas: 416
1a Edição: 2014
Assunto: Cinema

Sinopse:
A variedade de temas caros à história do cinema neste volume indica a versatilidade e a generosidade de André Bazin. Com um estilo claro e acessível, ele transita das escolas italiana e soviética ao universo do western e das pin-ups, o que fez com que, merecidamente, tenha se transformado num dos maiores críticos modernos. Considerado um dos maiores críticos do pós-guerra, Bazin produziu a maior parte dos textos reunidos nesse livro no contexto dos cineclubes parisienses, entre 1945 e 1958. Esteve na linha de frente da produção cinematográfica do período e conviveu com diversos cineastas, entre eles os jovens Jean-Luc Godard, Eric Rohmer e François Truffalt. Mais tarde, estes o tomariam como mentor do movimento cinematográfico que iriam criar a partir de suas ideias de que um filme deve representar a visão pessoal de um cineasta: a nouvelle vague. A pesquisa recente reafirma o que já era sabido sobre parte das ideias de Bazin não terem sido registradas porque foram geradas em um contexto informal ou oral, em palestras e projeções de filmes. Atualmente, no entanto, há um esforço em recuperar aquilo que foi publicado em revistas menos conhecidas.

Fonte: Livraria Cultura

 

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set 17

O IMPACTO PSICOLÓGICO DA SÉTIMA ARTE EM NOSSA VIDA
Autor: Young, Skip Dine
Tradutor: Duarte, Claudia Gerpe
Tradutor: Duarte, Eduardo Gerpe
Editora: Cultrix
Páginas: 256
1a Edição: 2014
Assunto: Psicologia

Sinopse:
Todos os filmes têm um conteúdo psicológico efervescente, explodindo de dramaticidade humana. Esse drama pode ser visto a partir de muitos ângulos diferentes – nos próprios filmes, nas pessoas que os criam e nas pessoas que os assistem. Este livro investiga essas questões e aborda a maneira como os psicólogos têm interpretado os filmes como a psicoterapia e os distúrbios psicológicos têm sido retratados no cinema. O autor também examina a constituição psicológica de diretores lendários como Hitchcock, Scorsese e Woody Allen, e atores e atrizes como Jack Nicholson e Angelina Jolie. O poderoso impacto que os filmes podem causar no público também é analisado. O autor recorre à sua extensa experiência nas áreas do cinema e da psicologia para revelar as profundas conexões entre o mundo de fantasia do cinema e as realidades da vida cotidiana.

Fonte: Livraria Cultura

 

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jul 09

ANTES, DURANTE E DEPOIS DO CINEMA NOVO
Autor: Diegues, Cacá
Editora: Objetiva
Páginas: 696
1a Edição: 2014
Assunto: Biografias – Cinema

Sinopse:
Cacá Diegues se viu paralisado e sem ar. Tinha de 5 para 6 anos e havia entrado pela primeira vez no cinema, em sua Maceió natal. Descobriu ali um mundo em tudo diferente do seu, povoado de gente ‘bonita e elegante’. Esse encontro entre o menino e a tela provocou um encantamento que dura até hoje e que fez surgir um cineasta em permanente mutação, que vive intensamente sua época. Ao longo de sua rica trajetória o diretor de “Chuvas de Verão”, “Bye Bye Brasil” e “Deus é Brasileiro” mostra-se um cineasta que não se deixa aprisionar pela censura, por modismos, ideologias, convenções. A obra do integrante do grupo que criou o Cinema Novo, marco fundador de uma nova maneira de filmar e pensar o Brasil, dialoga com seu tempo – ora explicando-o, ora confrontando-o -, numa busca pela síntese entre reflexão e espetáculo, informação e comunicação, pensamento e beleza. Em suas memórias, escritas ao longo de sete anos, o autor, com honestidade radical e impressionante lucidez, revisita os tempos de militância estudantil, revela os bastidores da produção de seus filmes e relembra algumas das polêmicas em que se envolveu. Da infância em Alagoas, passando pelos altos e baixos dos casamentos com Nara Leão e Renata de Almeida Magalhães, ao triunfo no Festival de Cannes, ‘Vida de Cinema’ narra mais do que a história da vida e obra de um dos principais cineastas brasileiros. É um relato dos últimos cinquenta anos do país pela voz do Cacá, panorama de uma época marcada pela modernização na década de 1950, a efervescência cultural de 1960, os anos de chumbo, a luta contra o autoritarismo e a redemocratização.

Fonte: Livraria Cultura

 

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jun 11

Autor: Ortegosa, Marcia
Editora: Annablume
Páginas: 140
1a Edição: 2010
Assunto: Cinema

Sinopse:
‘The Lady From Shangai’ (1948), ‘Blade Runner’ (1982) e ‘The Public Eye’ (1992) são os três filmes do núcleo deste livro. Juntando os fragmentos, os indícios na busca da revelação do que se esconde, apresentam semelhantes processamentos de linguagem. Nessa cadeia de significações, chega-se ao outro, o espelho sígnico, resgatando as conotações e ambiguidades que a estética de sombras e luzes do noir propícia. Espelho e fotografia (dois modos de parar o tempo) são metáforas da reflexão crítica da ‘pensatividade’. A fotografia, com o congelamento de imagens, rompe a velocidade do tempo. O espelho cria duplicatas, fragmentações. Através desses dois elementos estéticos, esse livro discute questões ligadas ao tempo, ao espaço e a representação. Numa abordagem metalinguística e intertextual, este trabalho procura dialogar com as artes pictóricas, a literatura, a fotografia, o cinema e o universo fílmico, pensando as imagens num processo relacional, em constante atualização e espelhamento.

Fonte: Livraria Cultura

 

Escrito por marcia
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