Cary Grant
Deveria ter sido indicado por “Núpciasde Escândalo” (1940), de George Cukor. A causa: extraordinária caracterização;
Fred MacMurray
Deveria ter sido indicado por “Pacto de Sangue” (1944) e “Se Meu Apartamento Falasse” (1960), ambos de BillyWilder. A causa: por ser um intérprete tão versátil;
Rita Hayworth
Deveria ter sido indicado por “Gilda” (1946), de Charles Vidor. A causa: por ter interpretado uma verdadeira femme fatale;
Maureen O’Hara
Deveria ter sido indicada por “Depois do Vendaval” (1952), de John Ford. A causa: por ser uma das atrizes mais adoráveis e graciosas da época de ouro de Hollywood;
Marilyn Monroe
Deveria ter sido indicada por “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), de Billy Wilder. A causa: foi um pesadelo de atriz para o diretor;
Anthony Perkins
Deveria ter sido indicado por “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock. A causa: virou uma figura arquétipa;
Malcolm McDowell
Deveria ter sido indicado por “Laranja Mecânica” (1971), de Stanley Kubrick. A causa: atuação estupenda do ator inglês;
John Cazale
Deveria ter sido indicado por “O Poderoso Chefão 2″ (1974), de Francis Ford Coppola. A causa: por seu desempenho, não foi notado;
Jerry Lewis
Deveria ter sido indicado por “O Rei da Comédia” (1982), de Martin Scorsese. A causa: esnobismo da Academia aos comediantes;
Dennis Hopper
Deveria ter sido indicado por “Veludo Azul” (1986), de David Lynch. A causa: por ter sido indicado como ator coadjuvante por “Momentos Decisivos”;
Gary Oldman
Deveria ter sido indicado por “Drácula de Bram Stoker” (1992), de Francis Ford Coppola. A causa: por ser um dos mais espetaculares atores ingleses surgido nas últimas décadas;
Jeremy Northam
Deveria ter sido indicado por “O Cadete Winslow (1999), de David Mamet. A causa: faz seu trabalho parecer tão fácil que termina por ser subestimado.
Fonte: veja.com











